O Tribunal Superior Eleitoral aprovou resoluçao importante em relaçao aos atos preparatórios para a eleição., QUANTO ao voto, os eleitores devem ter completado 16 anos até o dia 4 de outubro de 2026, data do primeiro turno. Indígenas e quilombolas deverão ser consultados previamente pela Justiça Eleitoral sobre alterações nas seções eleitorais localizadas em seus territórios. Diante da crescente violência, podem ser utilizados recursos para contratação de seguranças Esta medida visa combater a violência política de gênero, manteve O TSE as regras para distribuição de recursos para candidaturas de pessoas negras. Os partidos deverão aplicar 30% dos recursos, sem acrescentar outros gastos que não estão previstos. O Tribunal lançara o Programa sobre a importância do voto, para permitir inclusive que pessoas com deficiência possam exercer seu direito ao voto de forma acessível., em que o transporte especial poderá ser solicitado com até 20 dias de antecedência aos T...
No cenário político brasileiro, é comum observar uma narrativa consolidada de que o Poder Legislativo possui mãos atadas quando o assunto envolve gastos ou políticas públicas. Frequentemente, prefeitos, governadores e o próprio Governo Federal utilizam o argumento do vício de iniciativa para vetar ou questionar a constitucionalidade de projetos de lei (PLs) de autoria parlamentar. No entanto, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e a própria Constituição Federal revelam uma realidade distinta, muitas vezes ignorada ou omitida pelo Poder Executivo. Este artigo analisa os mitos e as verdades sobre a competência legislativa parlamentar, fundamentando-se em decisões cruciais que garantem a autonomia dos legisladores. 1. O Mito da Proibição de Criar Despesas Um dos argumentos mais difundidos pelo Executivo é o de que parlamentares não podem propor leis que gerem despesas para a administração pública. Esta afirmação é juridicamente im...